Este governo começou bem. A tomada de posse de Passos Coelho, de quem desconfiava e desconfio, trouxe desde logo um ambiente mais agradável. É sabido. Sócrates era parte do problema e não da solução. Um cliché.
Conseguimos compreender a necessidade imediata, e sublinho imediata, da subida de impostos, na sua generalidade espero que temporária - sim, eu sei que as taxas de IVA sobre o Gás e a Electricidade jamais descerão, mas isso não é o essencial.
O que é o essencial? Aquilo que estou à espera é que o governo apresente o seu plano de descida da despesa pública de forma sustentada e estrutural. Que o governo apresente as suas ideias para reformar a função pública e o papel do Estado. O que fazer com institutos e fundações não indispensáveis. E de caminho o que pensa fazer, meu caro Passos Coelho, com o Governo Regional da Madeira... Veja lá se põe ordem naquilo de uma vez por todas, da maneira que achar mais conveniente, mais autonomia ou quase independência do género "queres dinheiro vai ao Totta", o regresso do General Azeredo, sei lá! Entendam-se!
É este o meu Ultimatum: ou me respondem ou começo a dizer mal de vocês!
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